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Oliveira Canindé faz balanço da primeira semana de treinamentos do CSA

Treinador Azulino se diz preocupado com jogadores que ainda não se apresentaram
FOTO: SMACK NETO
Na última sexta-feira (4), o treinador Oliveira Canindé concedeu entrevista coletiva no Mutange e fez uma espécie de balanço da primeira semana de treinos da pré-temporada do CSA. Com trabalhos em dois períodos, com treinos físicos pela manhã e táticos a tarde, o Azulão vai se formando para a próxima temporada.

Com a ausência de alguns nomes como Didira e Alex Henrique, que ainda não se apresentaram oficialmente para os trabalhos, o técnico Oliveira Canindé começa a implantar o seu conceito de futebol para os jogadores e espera que os atletas possam assimilar o trabalho tático o mais rápido possível, para que a equipe já possa ter uma boa organização para o amistoso do dia 20, ainda sem adversário confirmado.

Confira os principais pontos da coletiva de Oliveira Canindé:

Balanço geral dos primeiros treinamentos do CSA:

- Muito bons, embora nem todo mundo tenha se apresentado. Estamos esperando que esses atletas que ainda não puderam se apresentar cheguem para completar o grupo e que possamos continuar com o trabalho que já fizemos e ao mesmo tempo olhando para frente e  melhorando tudo que já fizemos, para que a gente possa evoluir como time.

Aproveitamento dos jogadores vindos da Base

- Os 3 jogadores (Cassiano, Acácio e Sorín) são muito bons. O Cassiano eu dei uma maior atenção pois ele é um atleta que tem a característica de atuar em várias funções, tanto por dentro quanto por fora e também é finalizador. Temos de ter um cuidado com esse jogador, tanto na parte física quanto clínica, para que a gente possa tirar o máximo dele e que ele contribua ao máximo com o grupo. Quanto ao Acácio, ele pode jogar tanto como lateral quanto como ala, trabalha também por dentro. Ainda assim, precisamos ter cuidado na observação desse atleta, para que ele possa continuar se desenvolvendo. Quanto ao Sorín, que é muito bom jogador, a característica dele é um pouco mais difícil de adaptar ao sistema de jogo que eu quero utilizar, então eu teria que mudar um pouco o meu estilo de jogo para poder encaixá-lo. Ainda assim, eu vejo muita qualidade nele e tenho plena confiança que ele irá nos ajudar no decorrer das partidas.

Voltar a trabalhar com Alex Henrique 

-  Encaro de forma tranquila. O Alex é um excelente menino. Todas as vezes que eu tomo decisões, eu converso primeiro com o atleta. Ninguém toma decisões por mim, eu primeiro comunico com o jogador e depois passo para diretoria. Na ocasião da saída dele, eu expliquei a ele que naquele momento eu tinha de optar pela saída de um dos atletas e naquele momento eu precisava de mais um atleta que jogava pelos lados, e ele não se encaixava. O Eliomar viria para cumprir essas funções pelos lados do ataque, mas na hora H acabou não se apresentando ao clube. Se fosse hoje, eu não faria o liberaria, pela grande qualidade que o Alex Henrique tem.

Trabalhos com bola desde o primeiro dia de treinamento

- A gente só tem a ganhar. Foi-se o tempo em que a gente trabalhava só a parte física e quando você voltava, as pernas estavam muito pesadas e de repente estourar algum jogador. O trabalho tem que ser casado entre a parte física e tática. Se eu tivesse que definir uma equipe para começar jogando no domingo eu já teria, ainda que ela, com certeza, não fosse render todo o seu potencial devido ao período curto de trabalho. Eu busco o mais rápido possível ter uma definição para não ser surpreendido e que caso seja necessário trazer mais alguém, eu saiba muito bem onde encaixar essa peça dentro da equipe.

Preocupação com os atletas que ainda não iniciaram os treinamentos

- Preocupa porque o atleta que chegou precisa trabalhar e se enquadrar, para vermos se ele realmente vai nos ajudar naquilo que nós esperamos. Os que chegaram depois vão ficar em desvantagem, portanto espero que os jogadores venham o mais rápido possível para acelerarmos os trabalhos, pra que nós possamos ter uma definição sobre a equipe.

Limitação de Rafael Oliveira nos treinamentos

- Preocupa muito. Já perguntei a ele algumas vezes como ele está e ele respondeu que não está legal. Sei que a vontade dele participar é grande, mas ainda não está dando para ele realizar as atividades com o grupo, não por falta de vontade dele. Nós vamos entrar numa outra fase, que é mais específica. Para um atleta que está na situação física que ele se encontra, seria importante ele participar plenamente dos treinamentos para participar desse segundo momento.

Dificuldades para encontrar adversário para amistoso


- É complicado, mas eu reconheço o esforço que o Kila e o Gilmar estão fazendo para conseguir um adversário para o amistoso. Espero que a gente encontre e se Deus quiser, a gente estará mais solto. É claro que esse pessoal que está chegando e que ainda vão chegar não vão ter condições de participar do amistoso, mas os jogadores que vem treinando já vão ter condições de desempenhar um bom papel, não o ideal, mas, pelo menos uma amostra do que será o CSA daqui para frente.
Por Smack Neto | Portal Gazetaweb.com
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