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São Paulo esbanja vontade e vence River Plate com Morumbi lotado

O São Paulo nesta quarta-feira (13) certamente não foi o time que encheu os olhos de seus torcedores na década de 1990. O Tricolor que se apresentou no Morumbi lembrou muito mais a eficiente e corajosa equipe de 2005. De uma forma ou de outra, saiu com a vitória por 2 a 1 sobre o River Plate. O resultado deixa o time de Calleri, autor de dois gols, a um empate da classificação às oitavas de final da Copa Libertadores.
Pela última rodada do Grupo 1, o São Paulo enfrenta o The Strongest-BOL, na altitude de La Paz. Já o River Plate enfrenta o Trujillanos-VEN, em casa. Ambas as partidas acontecem na quinta (21).
A atmosfera do Morumbi lembrava realmente as glórias que vêm do passado. As mais de 51,3 mil vozes embalaram a equipe do começo ao fim daquela que prometia ser uma decisão — foi o maior público do ano no Brasil. O Tricolor, claro, se aproveitou e foi para cima dos adversários com chances criadas na base da raça. Se tem raça, tem Calleri. O atacante aproveitou a bola na área e acertou um chutaço, sem chances para o goleiro Barovero, aos 28 minutos do primeiro tempo. Ex-Boca Juniors, o argentino saiu fazendo sinal de silêncio para a torcida adversária.
Na volta do intervalo, o São Paulo até encolheu mais do que o necessário e chamou o River Plate para seu campo de defesa. Hudson, como um gigante, tirou todas as bolas que rondavam a defesa tricolor. Na frente, a equipe de novo mostrou sua eficiência e fez a oportunidade que apareceu. Em cobrança de falta lateral, Michel Bastos cruzou no meio da área e Calleri apareceu para cabecear firme para o gol aos 14 minutos do segundo tempo. Foi o sétimo gol do artilheiro da competição.
Com o jogo praticamente perdido, os argentinos deram um jeito de arrumar a confusão. Se deram mal. Vangioni chutou a bola com Bruno no chão e a confusão foi armada. Calleri chegou a levar um tapa no rosto levou um cartão amarelo, mas viu Vangioni ser expulso quatro minutos depois do gol. Aos 38 minutos, ainda encontraram um gol de cabeça, em nova falha do goleiro Denis na saída do gol. João Schmidt foi expulso no fim do jogo depois de falta boba no meio-campo.
Apesar de tudo, se não foi o time técnico de 1992 e 1993, ao menos mostrou a mesma vontade de 2005 para praticamente renascer na Libertadores e renovar as esperanças da torcida que se acostumou com os títulos continentais.
R7
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