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Operação prende líder do PCC e outros membros de quadrilha que agia em Maceió

Mandados foram cumpridos em Maceió, Rio Largo e Palmeira; três suspeitos morreram em confronto  
Operação prende quadrilha suspeita de cometer vários crimes em AL
FOTO: JOBISON BARROS


















A cúpula da segurança pública em Alagoas apresentou, na tarde desta quinta-feira (28), o resultado da operação realizada nas cidades de Maceió, Rio Largo e Palmeira dos Índios, que prendeu integrantes de uma quadrilha acusada de vários crimes em Maceió, entre eles, tráfico de drogas, homicídios e estelionato. Ao todo, foram cumpridos 30 mandados de prisão, sendo 8 dentro do sistema prisional de Maceió. Outras oito pessoas foram presas, uma ficou ferida e conseguiu fugir e outras três morreram. Também foram expedidos e cumpridos 35 mandados de busca e apreensão. Três armas de fogo e uma pequena quantidade de drogas foram apreendidas.
Entre os presos, está o líder do grupo criminoso, identificado como Rafael Costa Sampaio, que seria integrante da facção criminosa PCC. 
Rafael Costa é apontado como líder do PCC em Alagoas
FOTO: SSP-AL
De acordo com o delegado de Repressão ao Narcotráfico (DRN), Gustavo Henrique, Rafael estava foragido de um presídio em São Paulo, estado onde ele assumia a função de controlar e distribuir todas as armas que a facção criminosa usava para cometer os crimes. Ele também liderava duas outras facções: uma em Maceió e outra em Rio Largo.
Ainda de acordo com o delegado, quem liderava o braço da facção em Maceió era Paulo Sartorelli da Silveira, que também foi preso. Já Leandro de Almeida Lima, conhecido como "Ciclone", comandava o grupo na região de Rio Largo.
Já o acusado Edmilson Alves de Brito,  vulgo Puro Ódio, ficou ferido na ação policial, mas consegui fugir.
Mortos em confronto com a polícia
Durante a ação, três pessoas foram mortas em supostos confrontos com a polícia. José Gilson dos Santos Júnior, conhecido como Gladiador, morreu em casa, no bairro do Vergel. No São Jorge, as vítimas foram um jovem identificado apenas como Jardiam, conhecido como "Anjo" ou "Jal", e Rafael Henrique da Silva - que era o gerente geral da quadrilha em Maceió e possuía passagem por homicídio, receptação,  formação de quadrilha, corrupção de menores e porte ilegal de arma.
De acordo com o secretário de Segurança Pública, coronel Lima Júnior, os policiais quando saem para o cumprimento de mandados esperam que a ação aconteça de forma pacífica, mas quando há uma reação à prisão, o policial é obrigado a agir para garantir sua integridade física e dos companheiros. 
"Se houver resistência, a polícia estará preparada para reagir e garantir sua integridade física. Não vamos permitir que ninguém questione a atuação da polícia, principalmente as famílias de bandidos. A operação é legítima e iremos agir com a intensidade que o bandido quiser. Os policiais têm que ser elogiados ao invés de serem questionados", concluiu Lima Júnior.
Por Rafael Maynart e Jobison Barros - Gazetaweb
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