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ÁUDIOS: Após mortes em confronto, militares do Sertão são ameaçados em AL

"Recomendo não chegar perto de polícia. Vai ser uma bagaceira", diz um dos áudios que circulam pela internet 

Suspeitos morreram após trocar tiros com a Polícia Militar
FOTO: REPRODUÇÃO/ MANCHETES DA HORA
Áudios que circulam no aplicativo Whatsapp projetam uma série de atentados a policiais militares lotados no Grupamento da Polícia Militar (GPM) da cidade de Ouro Branco. As ameaças contra os representantes da Segurança Pública tiveram início após dois suspeitos de assalto morrerem durante uma troca de tiros com uma equipe do GPM na noite desse sábado (13) no município localizado no Sertão alagoano. Os suspeitos teriam praticado diversos assaltos. 
Nos áudios aos quais a Gazetaweb teve acesso, dois suspeitos não identificados conversam sobre as "possibilidades que poderiam impactar no maior número de morte de militares". Conforme os relatos dos homens que conversam pelo aplicativo, um dos interlocutores chegar a falar que um dos suspeitos que morreu no confronto seria integrante da Primeiro Comando da Capital (PCC).
"(Sic) No dia que tiver festa em Ouro Branco, os caras vão botar para pegar na polícia.. Eles não vão chegar agora não, mas em breve. O que tá rolando aqui é no dia que tiver uma festa vai pegar um [militar] e não vão sossegar enquanto não fizer isso. Recomendo não chegar perto de polícia. Vai ser uma bagaceira", expôs um dos interlocutores que diz falar de Santana do Ipanema. 
Os interlocutores que projetam os ataques contra os militares relatam que um dos suspeitos que morreu no confronto com a polícia "era uma pessoa do bem e só fazia roubar bem escondido porque pelo dia trabalhava". "Ele era do PCC e os caras estão preparando algo. É bom que qualquer um [militar] que estiver na rua  tenha muito cuidado", ressaltam os interlocutores. 
O coronel Luiz Carlos, comandante do Policiamento de Área do Interior 1, declarou que tomou conhecimento das supostas ameaças por meio de outros colegas de farda, sobretudo comandantes de unidade militares. Por isso, segundo ele, determinou que os policiais realizem diligências com o objetivo de investigar de onde partiram as ameaças, bem como a veracidade das declarações que circulam no Whatsapp. 
"De pronto, determinei que os comandantes investiguem essas informações. Acredito que é melhor estar preparado para enfrentar qualquer situação, seja ela qual for. Determinei ainda que os comandantes adotem outras medidas para proteger os militares. Enquanto isso, vamos investigar se, de fato, existe essa ameaça ou outras situações. Estamos dando total apoio aos nossos homens", disse o comandante. 


Por Jonathas Maresia e Fillipe Lima
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