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Técnicos da Ufal realizam paralisação e ato no HU nesta quinta-feira

Protesto faz parte de uma mobilização nacional contra o PLP 257/2016 e a PEC 241/2016
Tribuna Hoje, com assessoria
Ato público acontecerá a partir das 8h, no hall de entrada do Hospital Universitário professor Alberto Antunes (HUPAA)DivulgaçãoAto público acontecerá a partir das 8h, no hall de entrada do Hospital Universitário professor Alberto Antunes (HUPAA)
O Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (Sintufal) realiza, nesta quinta-feira (11), uma paralisação com ato público, a partir das 8h, no hall de entrada do Hospital Universitário professor Alberto Antunes (HUPAA). O protesto faz parte de uma mobilização nacional contra o PLP 257/2016 e  a PEC 241/2016, definida na última plenária da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior públicas do Brasil (Fasubra), ocorrida em junho.
De acordo com Davi fonseca, coordenador geral do Sintufal, "os trabalhadores técnico-administrativos em educação das instituições federais de ensino de todo o país estão sendo convocados a aderir à paralisação nacional da educação, como forma de organizar a resposta aos ataques representados pelo PLP 257/2016 e PEC 241/2016 aos direitos dos servidores públicos e à sociedade brasileira".
 
O PLP 257/2016 prevê a renegociação das dívidas dos estados com a União, porém quem irá pagar a conta são os servidores públicos e a população. Entre os principais pontos do projeto estão: arrocho salarial (ficam proibidos reajustes ou adequação de remuneração a qualquer título aos servidores públicos, que há anos não recebem as devidas reposições salariais) e impedimento de progressão em planos de cargos e carreiras. Além disso, propõe o aumento de 11% para 14% na contribuição do servidor para a previdência social. A medida prevê também o impedimento de novas contratações e nomeação de servidores já aprovados em concursos, o que deixará a população ainda mais carente e vulnerável nos atendimentos.
 
Já a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241/2016, se aprovada, reduzirá por duas décadas as ações estatais de redistribuição de renda, comprometendo a oferta de serviços públicos universais como Saúde, Educação, Segurança e dos investimentos públicos em infraestrutura. As parcelas mais pobres da população é que irão pagar a conta do “;ajuste fiscal”;, ao mesmo tempo em que os ganhos de renda do capital serão preservados.
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