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Operação policial prende suspeito de cometer 30 homicídios em Alagoas

Durante coletiva na SSP, também foram apresentados os suspeitos de matar e degolar vítima em Branquinha

FOTO: PEDRO FERRO
Uma operação policial realizada no começo da semana resultou na prisão de Cláudio Silvestre da Silva, de 30 anos, suspeito de cometer 30 homicídios registrados na Grande Maceió. Ele foi preso na praia de Guaxuma, no último dia 5, depois do carnaval. Na tarde desta sexta-feira (10), ele e outros suspeitos de crimes contra vida registrados na capital e no interior de Alagoas foram apresentados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) durante coletiva.
Cláudio Silvestre também é suspeito de tráfico de drogas na região do bairro de Guaxuma. Durante a abordagem policial, ele não resistiu à ordem de prisão e, em seguida, foi encaminhado para a Casa de Custódia. Cláudio Silvestre está à disposição da Justiça e a polícia investiga se há outros casos de homicídios atribuídos a ele. 
A polícia suspeita que os homicídios praticados por Cláudio Silvestre da Silva tem relação com o tráfico de drogas, sobretudo, ao não pagamento de dívida dos usuários. 
Grupo matou e degolou vítima em Branquinha
FOTO: PEDRO FERRO

Uma vida por R$ 500
A Secretária de Segurança também deu detalhes da prisão de quatro suspeitos apontados como responsáveis pela morte de José Cícero Pereira, de 35 anos. O crime aconteceu em Branquinha. A vítima teve a cabeça arrancada no crime que chocou a população da região. A polícia descobriu que a morte foi encomendada por Cristiano Nascimento da Silva e ele pagou cerca de R$ 500 para Hilquias David da Silva, apontado como executor da vítima. 
O inquérito policial que foi aberto para investigar o caso aponta que a vítima José Cícero e o mandante do homicídio tiveram uma áspera discussão há uma semana. Então, segundo a polícia, Cristiano Nascimento foi até União dos Palmares e contratou Hilquias David. O motivo que teria provocado a discussão não foi relevado.  
No depoimento ao delegado responsável pela investigação, Hilquias relatou que chamou dois homens para participar do crime. Estes foram identificados como Marcos André Caetano da Silva, conhecido como "Nego Dé", e Nestor Félix da Silva Júnior. A dupla conhecia a vítima e sabia que ela gostava de beber. 


Eles embeberaram José Cícero e o conduziram para um local onde foi realizada a execução por parte de Hilquias. Ele relatou que  esfaqueou a vítima e, em seguida, a degolou. Confessou também que, após cometer o crime, ficou brincando com a cabeça  do morto. Hilquias é natural do estado de Pernambucano e estava escondido em União porque é foragido do município de Escadas.
 Por Pedro Ferro e Jonathas Maresia
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